Viagem para Viena conheça o Museu de História da arte

Numa viagem a Europa, você não pode deixar de visitar o Museu de História da Arte de Viena.           O Museu de História da Arte de Viena levou aproximadamente 20 anos para ficar pronto e está entre os mais importantes museus da Europa. O museu foi inaugurado em 1891.
A construção foi erguida a pedido do Imperador Francisco José 1º, com a intenção de criar um local para reunir e abrigar apropriadamente tesouros artísticos que foram colecionados ao longo dos séculos. O acervo já tinha se tornado mundialmente famoso no século 16, durante a vida do arquiduque Ferdinando 2º, que viveu entre 1529 e 1595. Considerado um Príncipe da Renascença, ele foi um entusiástico patrono das artes e das ciências.
No Castelo de Ambras, ele criou um gabinete de curiosidades, uma câmara de armaduras e um antiquário. Na parte superior do castelo ficava exposta a excepcional galeria de retratos de membros da família Habsburgo, composta por mais de 200 pinturas, incluindo obras de Cranach, Ticiano, Van Dick e Velázquez.
A exposição do Castelo de Ambras era um protótipo do museu atual, que tem a maior coleção de trabalhos de Pieter Brüegel do mundo e muitas obras-primas de Rubens, Rembrandt, Rafael, Vermeer e Dürer.
O Museu de História da Arte de Viena funciona em parceria com o Museu de Etnologia e com o Museu Austríaco de Teatro desde 2001.
O Museu de Etnologia de Viena é um dos mais significantes da área no mundo, com coleções de 136 mil trabalhos impressos e diversos filmes sobre história, mais 200 mil objetos etnográficos, 25 mil fotografias históricas, cultura e vida cotidiana de vários povos, principalmente de fora da Europa.
Os principais tesouros do acervo incluem objetos que eram da propriedade do arquiduque Ferdinando 2º no Castelo de Ambras, em 1596, como a única coleção de objetos de pena do México e outros itens preciosos da América, África e Indonésia. Destacam-se também a coleção que foi comprada de James Cook e que contém itens que são originários da América do Norte e Oceania, que Cook juntou durante suas viagens ao redor do mundo. O museu de História da Arte de Viena também possui famosas coleções de artigos brasileiros e de bronzes do reino africano de Benin.
O objetivo do Museu Etnológico é formar um arquivo de documentos da diversidade humana e das mudanças culturais que aconteceram e que acontecem no mundo, promovendo melhor entendimento dos diferentes povos.
O Museu de História da Arte de Viena abriga os tesouros dourados da Casa dos Habsburgos. O acervo tem a mais importante coleção real de objetos medievais, entre eles belas peças de joalheria que foram usadas por príncipes e princesas e até mesmo pela Imperatriz Elisabeth. Fazem parte da coleção a coroa imperial austríaca e a coroa e a insígnia do Santo Império Romano. Outros destaques são o berço dourado do filho de Napoleão, o tesouro da Ordem de Velocino de Ouro e o restante do suntuoso tesouro do Duque de Burgundy, que data do século 15.
Algumas peças do tesouro são consideradas únicas e foram declaradas “propriedade inalienável da Casa da Áustria”. Dois exemplos desse seleto grupo são um dente gigante de narval, que se acreditou que fosse um chifre de unicórnio, e uma tigela de ágata da Antiguidade Clássica, que por muito tempo foi tida como o Santo Graal.
O museu ainda tem uma ala dedicada aos coches e carruagens reais, onde está exposta uma das carruagens utilizadas no casamento de Napoleão e o único Automóvel da Corte preservado de 1914.
O prédio do museu também proporciona uma experiência artística intensa, com a sua imponente escada ao longo da qual está exposta uma série de pinturas que foram executadas com a colaboração de Gustav Klimt.
Uma ala curiosa é a coleção de autógrafos, que tem originais de Ludwig van Beethoven, Johann Wolfgang von Goethe, Richard Wagner, Richard Strauss e Gustav Mahler, entre outras personalidades.
Museu de Historia da Arte

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